Floresta Viva,
Comunidade Fortalecida

Conheça os avanços, publicações e a transparência do projeto que une a preservação da floresta de babaçu ao protagonismo das mulheres quebradeiras de coco no rastro da sustentabilidade.

— GALERIA

Nossa Memória Visual

Registros das atividades, turmas e lançamentos do projeto.

— VÍDEOS

Conteúdo Audiovisual

Assista aos registros audiovisuais do projeto.

Playlist

13 Vídeos

— CONHECIMENTO

Publicações e Editais

Acesse boletins, estudos e materiais produzidos durante o projeto.

Boletins do Projeto

Atualizações periódicas sobre as ações e avanços.

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Estudos e Pesquisas

Publicações acadêmicas e técnicas geradas pelo projeto.

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Editais do Fundo Babaçu

Chamadas abertas e resultados dos editais.

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Relatórios de Impacto

Resultados e métricas de transformação social.

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— VOZES DO TERRITÓRIO

Depoimentos

O impacto real na vida de quem protege a floresta)

Áurea Maria da Silva - Coordenadora de base
“É muito gratificante porque o aprendizado é muito bom, nós estávamos mesmo precisando desse aprendizado, isso é muito importante que o MIQCB está fazendo com nós, muito importante mesmo, eu só tenho a agradecer, eu já aprendi muita coisa nesse primeiro módulo, e tenho certeza que eu vou aprender muito mais agora no segundo, agradecer a todos e a todas professores e ao MIQCB, porque é muito importante trocar saberes, porque a gente nunca sabe tudo, a gente sabe pouco, mas o pouco que a gente sabe, foi uma troca de saberes entre nós e os nossos professores deste Centro de formação, então eu só tenha a agradecer, porque isso veio na hora certa, de grande importância, na hora que a gente mais precisava de informação. Essa troca de saber é bom pra todas nós”.
João Palmeira
“Me chamo João Palmeira, faço parte da APA-TO que é uma ONG que tem 30 anos de ação no Tocantins, na Região do Bico do Papaguaio, e que nós somos membros do Comitê do Fundo Babaçu, (...) uma oportunidade de selecionar os projetos e que eles venham reforçar a estratégia política e organizacional que o MIQCB desenvolve. Como é um Fundo acompanhado pelo MIQCB, muitos desses projetos, a preocupação nossa como analista e que esses projetos aprovando, venham reforçar o fortalecimento dos grupos de base, das organizações de base, que congregam as comunidades que trabalham com as quebradeiras entorno do bioma do babaçu (...) com a participação das mulheres com seu protagonismo e com a inserção da juventude”.
Maria Alaídes - Coordenadora Geral
“Sou Maria Alaídes uma quebradeira de coco babaçu do Maranhão na representação no MIQCB, Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu, Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins, neste momento aqui também agradecendo pela oportunidade de dizer que o Fundo Amazônia chegou na hora certa, com esses projetos do Fundo para fortalecer o Fundo Babaçu que a gente já mantinha com recursos da Fundação Ford, nesse sentido nossa grande expectativa é que entre os projetos que vierem para concorrer a chamada, que tenham um índice de aprovação legal, porque estão dentro dos nossos objetivos esperados, pra gente sair fortalecida enquanto mulher dentro dos nossos territórios, atendendo também o nosso nível de organização, de produzir, comercializar, em quintais produtivos (...) é que a gente esperança receber um resultado produtivo (...) Nós também avaliamos que o apoio do Fundo Amazônia pra fortalecer o Fundo Babaçu tem uma significância de grande relevância e justifico porque nós tivemos essa experiência, e foi uma experiência valiosa quando se trata de Fundo, por conta da gestão que as mulheres apresentam em cada dos nossos núcleos, tendo autonomia de dizer o quê que nós queremos produzir, a forma de como a gente produz e oferece no mercado, contando que vai ser um mercado no campo da agroecologia, no campo sem veneno, no campo de produtos seguros enquanto quebradeiras de coco, também associando as questões de modalidades de regularização fundiária para acesso livre das quebradeiras de coco e será também fortalecido politicamente entre nós”.
Emília Alves - Coordenadora
“A gente agradece muito o apoio do Fundo Amazônia que colocou recurso no Fundo Babaçu pra que a gente pudesse fazer esse apoio as organizações, as associações que estão aí nas bases e nas comunidades precisando de apoio. Eu espero que esse edital lançado chegue em várias comunidades e organizações que estão necessitando de apoio, existe muitas organizações que trabalham, tanto de trabalhadores rurais, quanto de trabalhadoras rurais e de quebradeiras de coco que estão necessitando desses apoios, e eu espero que esse lançamento do edital alcance essas pessoas que estão com necessidade desse apoio”.
Davi Mourão Sousa, 17 anos, Regional Pará, aluno da 2º turma de jovens do Centro de Formação das Quebradeiras de Coco Babaçu
“O Centro de Formação das Quebradeiras de Coco babaçu tem sido uma experiência ótima, um aprendizado muito bom, uma variação de ensino excelente e eu só tenho a agradecer as quebradeiras e as duas pessoas que estão no comando desse ensino que é a Ana Maria e a Anny, só tenho agradecer, é um aprendizado excelente para todos os filhos e netos e para as próprias quebradeiras de coco babaçu”
Antônia Silva de Almeida, Regional Piauí, aluna da 2º turma de jovens do Centro de Formação das Quebradeiras de Coco Babaçu
“Sou Antônia Silva de Almeida, sou uma jovem quebradeira de coco, fila e neta de Quebradeira, sou aluna do Centro de Formação em São Luís, do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco babaçu, e venho trazer essa importância de enquanto jovem ver e observar, quando MIQCB promove um curso para jovens, filhos e filhas de quebradeiras, no Centro de Formação é uma grande importância para inserir os jovens dentro do Movimento, e trazer as questões quando os professores dão as aulas com temas da nossa realidade. Muitas vezes os jovens não se inserem dentro do Movimento para conhecer a realidade das quebradeiras, a questão da Lei do Babaçu Livre que abordada dentro do Centro de Formação, os professores trazer algumas temáticas de associativismo, cooperativismo, para que os jovens tenham esse entendimento dentro da comunidade para inserir outros jovens dentro dos cursos de formação para ter esse amplo conhecimento, de ter um curso de formação para filhos e filhas de quebradeiras de coco, isso enriquece ainda mais os territórios tradicionais, isso enriquece o conhecimento da juventude. Enquanto jovem observo que o Centro de Formação é um espaço de interação, de socialização, onde os jovens e as mulheres trazem essa realidade de inserir as suas dificuldades encontradas nos territórios, de colocar numa roda de conversa todas as situações e dificuldades que são passadas dentro dos territórios em questões de conflito, em questões de discussões que acontecem dentro dos territórios relacionadas a perca de terra, as vezes por desapropriamento de áreas que são repassadas para as quebradeiras de coco em seus territórios, isso é de grande importante ter jovens no Centro de Formação, filhos e filhas de quebradeiras de coco babaçu”.
Laura Gomes, Quebradeira de Coco Babaçu, Regional Piauí, aluna da 2º turma de mulheres.
“O Centro de Formação para mim foi um grande aprendizado ... depois do 2º módulo eu participei de muitas atividades no regional, a gente não para, a gente tem que estar preparada para lutar, a onde a gente for chamada a gente vai, aprendi muito com o Centro de Formação, o resgate da ancestralidade, economia solidária, muitas coisas que a gente já viveu no passado e que hoje está sendo resgatado, precisa ser resgatado, então sobre a coletividade, sobre território, sobre o que é ser uma quebradeira, ser quebradeira não é só quebrar o coco, ser quebradeira é defender o território, é lutar pela Floresta em Pé.
Fabrízia Chaves, representante da Cooperativa Quilombola de Produção e Comercialização de Polpa de São Miguel- Rosário/MA, organização contemplada no 6º edital do Fundo Babaçu apoiado pelo Fundo Amazônia
“Eu me chamo Frabrízia, sou presidente da Cooperativa Quilombola de Produção e Comercialização de Polpa de São Miguel- Rosário/MA, estou aqui na oficina promovida pelo MIQCB, onde apoiou vários projetos, que visa a preservação de babaçuais, importante para preservação agroflorestal, e tá sendo um encontro muito legal, muito rico em conhecimento, partilhas interessantes muito obrigada MIQCB, estou muito feliz por ter meu projeto aprovado“.
Helciane Araújo, membra do Comitê Gestor do Fundo Babaçu representando a UEMA e professora voluntária do Centro de Formação das Quebradeiras de Coco Babaçu, na foto aparece abraçada com a Sra. Maria Alídes Alves de Sousa, Coordenadora geral do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu
“Sou Helciane Araújo professora do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual do Maranhão e também faço participo do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia e faço parte do Comitê Gestor do Fundo Babaçu. Estou aqui, vim fazer uma visita aqui no encontro junto aos representantes dos projetos que foram contemplados pelo edital apoiado pelo Fundo Amazônia e pela Fundação Ford, é muito importante um evento como esse, é um momento de aprendizagem, estão ali discutindo os projetos, discutindo como executar e como administrar os recursos, então é um momento de troca de conhecimento e de preparo desses grupos que vão agora receber os recursos, o apoio, e vão executar os projetos, é nós do Comitê Gestor fica com muita expectativa de que de fato os projetos sejam executados conforme foram previamente elaborados, momento em que esses grupos estão se preparando para assumir esses projetos que são muito importantes para região ecológica dos babaçuais”.
Maria do Socorro Teixeira Lima, quebradeira fundadora do Fundo Babaçu e presidente da Associação Regional das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio – ASMUBIP-TO, na foto está ao lado da Senhora Tereza Campelo atual diretora do BNDES
“Na época que a gente começou a discutir foi em dois mil e onze a questão do Fundo Babaçu, a gente teve um recurso que foi de uma compensação de uso de má fé de informações de uma que quebradeira, a empresa que se apossou da ideia e foi que a gente trabalhou com muitos parceiros e a gente reivindicou e ganhou esse dinheiro, e o valor era pouco e a gente criou o Fundo Babaçu, e nós demos o nome de microcrédito porque era pequenininho, e a gente dividiu em vários editais, e a gente começou e foi nascendo a ideia de gerar esse Fundo que hoje existe, em 2012 a gente começou a trabalhar o Fundo Babaçu de forma diferente com a Fundação Ford e depois continuidade com o Fundo Amazônia, via BNDES”.
Maria do Socorro Teixeira Lima, quebradeira fundadora do Fundo Babaçu e presidente da Associação Regional das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio – ASMUBIP-TO, na foto está ao lado da Senhora Tereza Campelo atual diretora do BNDES
“Na época que a gente começou a discutir foi em dois mil e onze a questão do Fundo Babaçu, a gente teve um recurso que foi de uma compensação de uso de má fé de informações de uma que quebradeira, a empresa que se apossou da ideia e foi que a gente trabalhou com muitos parceiros e a gente reivindicou e ganhou esse dinheiro, e o valor era pouco e a gente criou o Fundo Babaçu, e nós demos o nome de microcrédito porque era pequenininho, e a gente dividiu em vários editais, e a gente começou e foi nascendo a ideia de gerar esse Fundo que hoje existe, em 2012 a gente começou a trabalhar o Fundo Babaçu de forma diferente com a Fundação Ford e depois continuidade com o Fundo Amazônia, via BNDES”.
Cledeneuza Bizerra, coordenadora Executiva MIQCB, na oficina de gestão de Projeto do Fundo Babaçu junto aos representantes dos projetos contemplados com o 8º edital
“O Fundo Babaçu é uma conquista do Movimento e um instrumento construído por muitas mãos, com a cara das quebradeiras. Ver cada grupo saindo daqui preparado para executar seu projeto é fortalecer a nossa resistência, com sabedoria e responsabilidade. Esse edital apoiado pelo Fundo Amazônia amplia o alcance do Fundo Babaçu”.
Evania Araújo (à esquerda da imagem), aluna egressa da 2º turma de Mulheres do Centro de Formação das Quebradeiras, durante a assinatura do contrato na oficina de gestão de projetos em São Luís-Ma
“O projeto [contemplado no 8º edital do Fundo Babaçu] nasceu na parte prática do curso do centro de Formação e vai melhorar a produção das nossas artesãs com a compra de equipamentos. A gente vai ter mais visibilidade e isso vai melhorar nossa renda”.
Maria Alaídes, coordenadora Geral do MIQCB, durante a Conferência Regional do MIQCB pelo Clima em Imperatriz
“Estamos aqui realizando a Mini COP em Imperatriz, considerando que todas as atividades que estão sendo feitas nesse momento são escutas para que possamos buscar demandas a partir das nossas realidades sobre o clima. Falamos sobre o desequilíbrio do clima, dos impactos causados pelos grandes empreendimentos, como a Suzano e o plantio de eucalipto, que afetam profundamente a regularização fundiária para povos e comunidades tradicionais, como as quebradeiras de coco babaçu. Queremos sair fortalecidas institucionalmente, com uma melhor compreensão sobre clima, financiamento climático, carbono e levar também essas ideias ao nosso governo”
Jovem Douglas Alves, (na direita da imagem), aluno egresso da 2º turma de jovens do Centro de Formação das Quebradeiras durante o lançamento do Plano de Juventude e Sucessão Rural em Brasília.
“As discussões sobre sustentabilidade e como o plano será executado, seus desafios, foram muito importantes para mim. Eu nunca tinha vivenciado algo assim, e achei que o evento foi bastante relevante, não só para o presente, mas para o futuro. Esse plano vai impactar não apenas a nossa realidade atual, mas também a das gerações futuras, e isso é de grande importância. Eu passei a entender o meu papel como agente de mudança, e agora levo esses aprendizados para minha comunidade. Sou muito grato por essa experiência transformadora, que certamente irá influenciar positivamente o meu futuro”.

— PRESTAÇÃO DE CONTAS

Transparência

A ética e o zelo com os recursos públicos e coletivos são pilares da nossa caminhada

AMIQCB – ESTATUTO Fundação ata N 01

Documento histórico de constituição da associação, registrando a fundação e os princípios originários do MIQCB.

ATA 26 Assembléia Geral MIQCB (Julho 2023)

Registro das deliberações e decisões coletivas tomadas pelas quebradeiras de coco durante a assembleia em Augustinópolis (TO)

Estatuto Social do MIQCB

Conjunto de normas que regem a organização, definindo sua missão social, direitos e deveres institucionais.

Lista Geral Coordenação Eleitas (Fundo Babaçu)

Relação oficial das lideranças eleitas para a coordenação, garantindo a legitimidade da gestão frente ao Fundo Babaçu.

MIQCB – Regimento Interno FINAL

Manual normativo que detalha o funcionamento interno, processos administrativos e a conduta organizacional da instituição.

CONTATOS

Coordenação do Projeto  projetofloresta@miqcb.org.br

Centro de Formação das Quebradeiras de Coco Babaçu centrodeformacao@miqcb.oeg.br

Secretaria do Fundo Babaçu fundobabacu@miqcb.org.br

ÁREA DE ATUAÇÃO

Estados do Maranhão (37 municípios), Tocantins (16 municípios) e Pará (6 municípios)