
Brasília, 09 de julho de 2025 — A Biblioteca Nacional de Brasília ganhou nova luz na noite desta terça-feira (08), com uma poderosa projeção temática que estampou frases de luta e esperança das Quebradeiras de Coco Babaçu e dos Povos e Comunidades Tradicionais da Amazônia, Cerrado e Caatinga. A ação integrou a programação da Pré-COP 30, realizada na capital federal entre os dias 08 e 10 de julho.
Com dizeres como “Lei Babaçu Livre, já!”, “Preservar o babaçu é preservar a vida, a cultura e o clima” e “Justiça climática é justiça para os povos tradicionais”, a projeção visou chamar atenção para as principais reivindicações dos povos que resistem em seus territórios e que exigem centralidade nas decisões climáticas rumo à Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30), que ocorrerá em Belém do Pará, em 2025.
Para Ednalva Ribeiro, vice-coordenadora interestadual do MIQCB, a intervenção é um grito visual que ecoa as vozes de milhares de mulheres que vivem do e com o babaçu.
“Projetar nossas frases é projetar nossa história. É dizer para o mundo que as quebradeiras de coco têm propostas concretas para enfrentar a crise climática, e que queremos ser ouvidas na COP-30”, afirmou Ednalva.
“Essa luta não é só nossa, é por justiça ambiental, por dignidade e por um planeta onde todas as formas de vida possam viver em equilíbrio.”
A projeção foi organizada como um ato político-pedagógico da Pré-COP 30 das Quebradeiras de Coco Babaçu e demais Povos e Comunidades Tradicionais, que reúne centenas de lideranças para debater contribuições e construir incidência conjunta na agenda climática global.










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